Você é feliz?
Pergunta fácil de ser feita e de fácil entendimento. Mas...você consegue responde-la sinceramente? Consegue fazer uma análise de tudo que você passou e passa e, que já planeja um dia passar? Qual sua resposta? Dá pra falar que sim ou não diretamente, ou sempre teria algo que poderia melhorar ou inclusive piorar?
Esse meu post foge em muito aos que normalmente faço, eu sei. Mas eu estava aqui pensando nas pessoas que só sabem reclamar do mundo, dizer que a própria vida é uma merda e que queria que tudo fosse diferente. Fico pensando em pessoas que não conseguem nem ao menos te abrir um sorriso ao ouvir seu “bom dia” e permanecem fechadas num próprio mundinho, se martirizando para que quem sabe TALVEZ alguém tenha pena, tenha dó dela.
Você já se rebaixou ao ponto de praticamente implorar que sintam pena e/ou dó de você? São dois sentimentos, que não sinto nem ao meu pior inimigo. Nem ele é tão indigno a este ponto e muito menos o subestimo a tão pouco.
Vou fazer minha última pergunta direta e ai explico o porquê de tudo isso:
Você já esteve à beira da morte?
Sério, se você nunca teve um medo e motivo real pra temer que amanhã você não estivesse mais aqui com as pessoas que você ama, porque ter tanto rancor, pra que se humilhar tanto por atenção? Deixem de ser MIMADOS, isso é algo que nem meu primo de 6 anos faz mais. Deixe pra querer ser carregado no colo quando você precisar, não por um capricho bobo e infantil que te faz ser uma pessoa mesquinha.
Não me entendam mal, não estou dizendo que só casos de morte machucam e te dão “direito” de ser uma pessoa amargurada. Claro que não, a vida é complexa demais pra que seja seguida por um fluxograma. Estou exemplificando, apenas.
Se você acha sua vida difícil, por um dia só vai num hospital e fica 15 minutos dentro de uma UTI. Eu trabalho em um e me ferra o resto do dia todo quando entro e vejo um monte de gente entubada, sedada, com a vida por um fio, ou até mesmo pedindo pra morrer pra parar de sofrer. Até pior, crianças que nunca puderam brincar e por isso não tem nem o senso do que é um amigo, do que é viver. Bebes que com quase 6 meses nunca abriram os olhos e nunca foram amamentados pelo seio da própria mãe.
Tenta imaginar a dor de pais que viram uma vida que nasceu por meio deles se esvair e deixar um sentimento e uma ferida que nunca vão sumir. Não suje sua dignidade ao ponto de se fazer de coitado pra ganhar migalhas e se sentir bem por isso.
Você é feliz?
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Penso que você conhece um grande numero de humanos "mesquinhos", não é?
ResponderExcluirFazer o quê, somos tão parecidos mas ao mesmo tempo tão diferentes.
No caso, seria viável ser totalmente imparcial quanto a isso;
1.Ignorar este(s) individuo(s) que te fizeram escrever este post.
2.Simplesmente explodir a sua raiva no tal individuo.
Conselho: faça os dois.
Tendo em vista a similaridade e ao mesmo tempo a complexidade da especie humana...o que posso lhe falar é que, você irá sempre encontrar humanos totalmente diferentes(tanto fisicamente quanto psicologicamente) de você, sempre haverão.
Nunca cheguei a conhecer um individuo que suplicasse (ou que tentasse implicar) por pena/dó, ao mesmo tempo que nunca vi um ser "martirizado" se utilizar da -Atenção- para confortar o seu conflito,sofrimento existencial.
Se sou feliz?
Não;
Há dias que mudo de opinião quanto a isso? Não;
Há dias que me sinto "aliviado" ou satisfeito? Não;
Se dou um sorriso sardônico quando me falam Bom dia? Há, também não.
Isto faz de mim um dos indivíduos descritos neste post?
Boa pergunta, você não me conhece, ao mesmo tempo que eu não te conheço.
Você realmente conhece os indivíduos descritos de uma forma um tanto quanto "Degradante" do seu post?
Pois é.
Afinal, somos todos Ilhas distantes um do outro, o que podemos fazer é se utilizar de gestos, de figuras, de ações, de gesticulações, para que assim o ouvinte "possa" entender a mensagem.
Ninguém pode conhecer uma pessoa realmente a fundo,afinal, somos todos -diferentes-.
Finalizando, gostei do post, mas poderia ser mais imparcial, principalmente quando se é tratado da individualidade(o que nos torna únicos é justamente a nossa diferença) humana.